Ao fim de 2009 já eram 4,6 bilhões, segundo relatório de agência da ONU.
UIT estima que 26% da população mundial estarão usando internet.
UIT estima que 26% da população mundial estarão usando internet.
As assinaturas de telefonia móvel superarão a marca de cinco bilhões este ano, apesar da crise econômica, mas a internet de alta velocidade continua a representar uma “fronteira digital” entre os países em desenvolvimento e os ricos, informou nesta terça-feira (23) uma agência da ONU.
Pelo final de 2009, havia 4,6 bilhões de assinaturas de telefonia móvel em todo o mundo, o que representa um índice de penetração de 67%, informou o relatório anual da União Internacional de Telecomunicações (UIT) sobre o setor de tecnologias de informação e comunicação.
Nos países em desenvolvimento, o índice de penetração era de 57%, mais que o dobro dos 23% de 2005, enquanto nos países desenvolvidos a média supera os 100%, significando mais de uma assinatura de telefonia móvel per capita.
“A demanda pela telefonia móvel demonstrou forte persistência, e os consumidores estão dispostos a gastar sua receita disponível com serviços móveis mesmo em um período de restrições financeiras”, afirmou a estatística Esperanza Magpantay sobre o relatório Measuring the Information Society 2010, que a UIT está lançando.
E a crise tampouco deve prejudicar os investimentos em prazo mais longo, à medida que as operadoras tentam se adequar à transição dos serviços de voz para os dados, e à crescente importância da banda larga, como fontes de receita, disse Vanessa Gray, da UIT.
“Elas tentarão ampliar sua receita ao investir em tecnologias como a banda larga e, caso considerem que a solução é viável, também em banda larga móvel”, disse ela.
“Não antecipamos necessariamente um impacto da crise sobre as tecnologias de informação e telecomunicações, nos próximos anos”, afirmou.
A UIT estimou que 26% da população mundial – ou 1,7 bilhão de pessoas – estarão usando a internet, se bem que apenas um em cinco cidadãos, nos países em desenvolvimento, tenha acesso à rede, ante um índice de quase dois terços nos países ricos.
O crescimento na penetração de telecomunicação móvel e da internet nos países em desenvolvimento foi propelido, especialmente, pela expansão na Índia e China, sendo que esta última responde sozinha por um terço dos usuários de internet nos países em desenvolvimento.
Pelo final de 2009, havia 4,6 bilhões de assinaturas de telefonia móvel em todo o mundo, o que representa um índice de penetração de 67%, informou o relatório anual da União Internacional de Telecomunicações (UIT) sobre o setor de tecnologias de informação e comunicação.
Nos países em desenvolvimento, o índice de penetração era de 57%, mais que o dobro dos 23% de 2005, enquanto nos países desenvolvidos a média supera os 100%, significando mais de uma assinatura de telefonia móvel per capita.
“A demanda pela telefonia móvel demonstrou forte persistência, e os consumidores estão dispostos a gastar sua receita disponível com serviços móveis mesmo em um período de restrições financeiras”, afirmou a estatística Esperanza Magpantay sobre o relatório Measuring the Information Society 2010, que a UIT está lançando.
E a crise tampouco deve prejudicar os investimentos em prazo mais longo, à medida que as operadoras tentam se adequar à transição dos serviços de voz para os dados, e à crescente importância da banda larga, como fontes de receita, disse Vanessa Gray, da UIT.
“Elas tentarão ampliar sua receita ao investir em tecnologias como a banda larga e, caso considerem que a solução é viável, também em banda larga móvel”, disse ela.
“Não antecipamos necessariamente um impacto da crise sobre as tecnologias de informação e telecomunicações, nos próximos anos”, afirmou.
A UIT estimou que 26% da população mundial – ou 1,7 bilhão de pessoas – estarão usando a internet, se bem que apenas um em cinco cidadãos, nos países em desenvolvimento, tenha acesso à rede, ante um índice de quase dois terços nos países ricos.
O crescimento na penetração de telecomunicação móvel e da internet nos países em desenvolvimento foi propelido, especialmente, pela expansão na Índia e China, sendo que esta última responde sozinha por um terço dos usuários de internet nos países em desenvolvimento.

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